Não curto esse tipo de gente.
Que gruda e desgruda.
Que entra e sai.
Que chega e já vai.
A gente lembra do passado e ri…
Claro que eu adoro minha casa, meu cachorro, meus amigos, meus livros, viagens, músicas. Tenho uma vida ótima. Mas nenhuma dessas coisas se comparava ao prazer que eu tinha ao ouvir o barulhinho de uma mensagem dele chegando. Ou de quando o telefone tocava e eu sabia que era ele e o meu coração disparava tanto que eu tinha medo de morrer antes de falar alô.
É uma pena que o sujeito que disse que me ama é oculto.
Quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá.
Porque você não faz parte da minha vida e eu não me importo mais com isso, já tinha me curado do vicio de falar sobre você e de pensar em você. Más depois que sonhei com você, sonho esse que estou quase me convencendo que foi o meu subconsciente, me dizendo que eu não me curei porra nenhuma e que eu amo você de uma maneira incrível e contraditória.
Não era meu dia. Não era minha semana. Não era meu mês. Não era meu ano. Não era a porra da minha vida.
Dizer as coisas sem pensar e depois se arrepender é muito… a minha cara.